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“Transparências da Alma” - Lançamento, dia 8, às 21h30

De José Luís Cordeiro

    Escrever não é fácil. Escrever poesia é muito difícil. Mostrar a poesia que se escreve é, além de delicado, um acto de coragem. Mas a coragem, a força, o ânimo, o entusiasmo e o arrojo só são possíveis quando algumas pessoas estão ao nosso lado. E foi graças a essas pessoas que este livro nasceu! Das palavras do seu autor vê-se o seu retrato, porque nelas estão espelhadas várias situações vividas em diferentes fases de uma vida bem cheia. Das palavras do seu autor nasceu este livro de poemas que mais não são do que fragmentos de memória, pedaços da sua própria existência, transparências da sua própria alma.

    É, pois, através da palavra poética que o autor se mostra: despido de vergonha, ausente de receios, capaz de mostrar aquilo que ao longo de toda uma vida foi guardando nos mais diversos suportes de escrita.

    Neste livro que agora nasce, nasce também um libertar dos sonhos, pois é de diferentes temáticas que este livro vive: do sonho, do medo, da morte, da natureza, da ausência, do amor, em suma, da vida!


José Luís Cordeiro nasceu a 13 de Abril de 1963, em Santarém.

   Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, Variante de Estudos Portugueses e Franceses. Ingressou na carreira docente no ano lectivo 1989/90.

  É professor de Língua Portuguesa e de Português no Quadro do Agrupamento de Escolas José Relvas, em Alpiarça, onde desenvolve – em parceria com outro docente – um projecto de escrita criativa e lúdica.

      Pai de dois filhos, reside actualmente na vila ribatejana de Alpiarça.

 

A Papiro Editora vai promover, dia 8 Outubro pelas 21h30, o lançamento do livro Transparências da Alma, a decorrer no Auditório Mário Feliciano, da Biblioteca Municipal de Alpiarça.


  O Auditório da Biblioteca Municipal de Alpiarça foi pequeno para acolher todos aqueles que não quiseram deixar de estar presentes, na passada sexta-feira, 8 de Outubro, no lançamento do livro de poesia “Transparências da Alma”, de José Luís Cordeiro.

   O evento contou com a presença do autarca Mário Pereira, do prefaciador e apresentador da obra, Prof. Rui Duarte Coelho e do ilustrador Adão Teles.

   Mais de uma centena de pessoas ouviram vários poemas, num evento que também contou com um belo momento musical, proporcionado por Francisco Madeira Lopes à guitarra portuguesa, que tocou trechos de Carlos Paredes e da actuação da actriz Paula Nunes, que nos apresentou um momento de bailado, acompanhado com a declamação de um poema, pelo encenador Carlos Oliveira (Chona), que também ensaiou este belo momento artístico.  

 


     Viva a República!

    Neste mês de Outubro, como não poderia deixar de ser, os “Sábados a Contar” vão-se associar às Comemorações do Centenário da República.

   Para tal, preparámos para os mais pequenos um conto muito especial, onde José Relvas e a sua família serão protagonistas.

   Para os pais e para os filhos, a não perder.

        Não perca, dia 30 de Outubro, às 16h30.

"Letras e Cores, Ideias e Autores da República"

   No ano em que se comemoram cem anos sobre a Implantação da República, a DGLB, em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, apresenta a exposição «Letras e Cores, Ideias e Autores da República». Esta exposição, à semelhança do que acontece em muitas Bibliotecas Municipais a nível nacional, estará patente ao público, no nosso átrio, de 5 de Outubro a 6 de Novembro, .

   A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou dez ilustradores (João Vaz de Carvalho, Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão, Teresa Lima, Rachel Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís, Alex Gozblau) a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época: Ultimatum, Monarquia, 5 de Outubro, Igreja, Educação, Mulheres, Modernismo, Grande Guerra, Chiado e Revistas. O resultado mostra de que forma a literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.

   Patente de 5 de Outubro a 6 de Novembro.

    Inauguração, dia 5 de Outubro, pelas 16h00.

 

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