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Estátua Dr. Hermínio Paciência

 

Ao Dr. Hermínio Duarte Paciência
 
Há comportamentos na vida de homens, que só por vezes depois de suas vidas, conseguimos reflectir e sentir conscientemente qual foi a sua verdadeira dimensão.
 
Não será com a realização desta simbologia escultórica e sua inauguração, que deva findar os momentos de reflexão e identificação, mas antes deve estar aberto a interrogação de todas as pessoas, e aquelas que frequentem este espaço de promoção do conhecimento no sentido de procurar perceber o porquê desta tentativa de materialização das referências deste notável homem, Dr. Hermínio Paciência, de forma a identificarem-se com o espaço e de atribuírem significado a esta consagração, que pretende ser viva e dinâmica em todos os tempos. 
 
Nós alpiarcenses, só participamos neste reconhecimento se ao reflectirmos, sentirmos verdadeiramente as intenções deste homem carismático norteado por princípios culturais e de elevada moralidade, tendo também presente o quanto foi importante a sua paixão humanista, que trouxe tantos benefícios em prole do bem-estar de todos os que necessitaram da sua ajuda.
 
A dinâmica do conjunto escultórico traduz esse homem de sabedoria e confiança, médico distinto e de grande benemerência, agricultor com respeito pelo próximo, protector dos trabalhadores, solidário com os pobres, lutador pela causa da liberdade, tendo feito parte do movimento directório democrático e social da campanha do General Humberto Delgado. 
 
Em suma, o que encontro na sua pessoa é tudo o que a razão humana deve sustentar – Perfeição e Transparência, qualidades estas materializadas neste conjunto constituído por dois cubos, que sendo figuras perfeitas formadas por seis faces rigorosamente iguais, representam a Perfeição, cuja disposição que adquirem tem a intenção de representar a Transparência, que estão em ligação permanente a si próprio. 
O movimento dado à escultura gestualizada de comunicabilidade, representa a dinâmica da sua vida. Por conseguinte, protagoniza o homem de carácter participativo; compromissos partilhados; planificação com sabedoria; decisão com humildade; sustentação da dedicação do percurso da sua vida procurando sempre valorizar a prática da competência, e, também homem de impulso democrático. 
 
Em gesto de ligação ao terceiro elemento, a esfera, figura anti-estática, que simboliza o entusiasmo enérgico do seu carácter sempre em movimento na aurora da sua vida, endereçando com determinação e gratuitamente a sua experiência como força primária para todos que queiram ser futuro.  
 
Bem hajam a todos.           
 
Armando Ferreira (Discurso preferido no dia da Inauguração, 23 de abril de 2007)

 
 
 
 

Anfiteatro Exterior

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Espaço Hora do Conto

O espaço da hora do conto tem a configuração de anfiteatro em forma circular, muito em voga à data do projecto, do que resultam limitações nalgumas instalações, mas proporciona uma excelente visibilidade e interação com o público. Tem capacidade para cerca de 80 utilizadores.   

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Auditório Mário Feliciano

 
O Auditório Mário Feliciano dispõe de 96 lugares sentados, equipamentos de áudio e de vídeo com projeção. Podem usufruir deste espaço entidades externas ao munícipio, conforme prevê o Regulamento da Biblioteca Municipal de Alpiarça e o Regulamento de Taxas e Licenças.
 
Encenador português, Mário Feliciano nasceu em Alpiarça, em 1951. Desde cedo demonstrou especial apetência e interesse pela arquitetura. Foi, no entanto, a encenação que marcou a sua curta vida profissional. Partiu para Itália, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1973. No ano seguinte ingressa no curso de encenação da Accademia "Silvio d'Amico", em Roma, onde foi aluno do encenador Orazio Costa. Apresentou, como exame final do curso, a peça A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca. Em 1978 e 1979 foi assistente de encenação de Luca Ronconi, um dos mais marcantes encenadores europeus, colaborando na apresentação das peças Papagallo Verde e La Torre. Em finais de 1981 regressou a Portugal, desenvolvendo atividade como encenador de teatro e ópera. Trabalhou alguns textos fundamentais do teatro do século XX, nomeadamente de Pier Paolo Pasolini e de António Patrício, dois dos seus autores preferidos. Encenou a ópera de Maria de Lurdes Martins As Três Máscaras (1983), no Teatro Nacional de S. Carlos. No Teatro S. Luís encenou a peça de Luigi Pirandello Seis Personagens à Procura de um Autor (1985). Mário Feliciano demonstrou em todos os espetáculos que realizou uma grande capacidade inventiva na criação de espaços cénicos e na direção de atores. Algumas das suas encenações conheceram certa polémica pela radicalidade das opções estéticas. Desde 1987 foi professor da disciplina de Representação Cénica do curso de Canto da Escola Superior de Música de Lisboa. Realizou também algumas traduções de importantes peças de teatro, das quais se destaca Calderón. Foi ainda um dos sócios-fundadores do Teatro da Politécnica, em 1989, que teve vida efémera. Trabalhou frequentemente com os arquitetos Graça Dias e Egas José Vieira, responsáveis por alguns dos cenários das peças que encenou e produziu. O seu último trabalho teatral foi a encenação da peça de António Patrício Dinis e Isabel (1994). Faleceu vítima de sida em 1995.
 
 

Fonte: infopedia.pt/$mario-feliciano

 

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Bar

Este pequeno bar, apesar de bastante agradável e funcional, não tem serviços instalados. Funciona como zona de lazer e convívio para os nossos utilizadores. Pela sua agradabilidade e boa iluminação natural, também é utilizado frequentemente para realização de atividades: ateliês, encontros, workshops, etc.