Palestra “A Criança que há em nós” com a Prof.ª Teresa Ribeiro Luzio e apresentação do livro “Bola de Luz Dourada"

Dia 23 de abril | 29º Aniversário da Biblioteca Municipal | Dia Mundial do Livro   

A Criança que há em nós:
 
    - Dia 23 de abril, pelas 21h00 
 
Organização conjunta com a Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do Agrupamento de Escolas José Relvas de Alpiarça. 
 

Fotos do momento:

View the embedded image gallery online at:
http://www.alpiarca.pt/bma/index.php/componentes/componente-favoritos/atividades/2018/250-palestra-a-crianca-que-ha-em-nos-com-a-prof-teresa-ribeiro-luzio-e-apresentacao-do-livro-bola-de-luz-dourada?tmpl=component&print=1&page=#sigFreeIdc475c094e3

 


Biografia

Teresa Ribeiro Luzio, 63 anos de idade, professora de Artes do 3º ciclo.

A minha carreira profissional de 37 anos, foi muito bem-sucedida. Todos os dias, imensas crianças/jovens foram passando na minha vida, permitindo que eu acordasse para uma nova realidade e sensibilizar-me. Daí, a vontade de ultrapassar obstáculos e render-me à sua verdade.
 
Presentemente apresento o meu trabalho em escolas, bibliotecas, juntas de freguesia, espaços holísticos. 
 
 
 
 

Sinopse

O  livro "Bola de Luz Dourada" pretende sensibilizar e motivar Pais, Professores e Público em geral, sobre Uma Nova Consciência, As Crianças da Nova Era!
 
 
 
 
 

Sobre mim…
 
Nos últimos anos de ensino, despertei o interesse pela transformação e mudanças de paradigma, novos padrões, manifestos na escola e na família. A necessidade de saber, entender, melhorar, levou-me a estudar novas perspetivas de avaliação das crianças e dos jovens. A prática individualizada em cada turma, na escola, deixou de ser uma surpresa para ser uma necessidade. Porque é que atualmente nas escolas, crianças/jovens se sentem insatisfeitos, inquietos, malcomportados e desinteressados? Muitas destas crianças /jovens são avaliadas com Défice de Atenção e Hiperatividade e uma grande parte das vezes não são levadas a sério. Tantas vezes surgem rótulos, formas de análise deturpadas, pouco direcionadas para as suas verdadeiras necessidades. Nas reuniões de turma, nos intervalos escolares, no seio da família ou no meio social, questiona-se! Na minha opinião, as nossas crianças precisam que se foque nelas a atenção, por parte da família e também da escola. Uma atenção cuidada na compreensão, na consistência da educação, nas decisões a tomar, na boa orientação para a vida. A escola e a família, de mãos dadas, precisam ser o modelo, o espelho, para que as nossas crianças se sintam mais estáveis e confiantes para um futuro aqui tão próximo. Pelo seu equilíbrio, pela sua energia de alma, pelo amor ao próximo, pela consciência de valores.
 
É um compromisso.