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Conto-vos um conto..Contem-nos um também! | 2018

2018-10
 
ARPICA
 
Estava uma bela tarde, amena, a marcar a chegada do outono.
Enquanto se aguardava a chegada dos últimos utentes da ARPICA à entrada da Biblioteca, surgiu a ideia: porque não o “Conto-vos um conto...contem-nos um também!” ser ali mesmo? O tempo está tão agradável!! E assim aconteceu. A rima “Não vi velha nem velhinha / nem velhinha nem velhão / Corre corre, cabacinha / Corre corre, cabação!” ganhou uma outra dimensão, inesperada é certo, que é coisa natural na arte da contação, em que tudo conta para contar um bom conto. Sobre os usos dados às cabaças - que na história serviu para esconder a avozinha das feras que a queriam comer - antigamente serviam para levar a água, o vinho da molhadura e até para guardar mesinhas. Depois, as abóboras para cozinhar, para fazer pápas ou doce, ...doce de abóbora com canela que é uma delícia. 
Entre conversas a tarde acabou em festa. As rimas puxaram velhas cantigas, as cantigas puxaram para dançar e foi neste ambiente de salutar convívio que estes nossos sempre jovens amigos se despediram de nós.

Até à próxima, obrigado pela vossa visita!
 
 
Fundação José Relvas
 
Aos contos tradicionais, muito deles vindos da tradição oral, é comum perder-se a sua autoria e que existam múltiplas versões da mesma história. E isso é algo mágico que dá um especial prazer a quem conta aquela história e, de igual modo, a quem a escuta. Em “Corre, corre cabacinha”, depois de ultrapassadas as aflições da avozinha, descobrimos que os utentes do Lar e Centro de Dia da Fundação José Relvas tinham, pelos menos, três versões distintas deste conto tradicional. Por exemplo, a rima “Não vi velha nem velhinha / nem velha nem velhão. / Corre corre, cabacinha. / Corre corre, Cabação!” tomou a seguinte versão “Se viste uma velha, vale um vintém / Se não viste velha nem velhão, vale um tostão / Corre corre, cabacinha. / Corre corre, Cabação!”.
São estas recordações, as memórias daqueles a quem vida já lhes ofereceu alguma longevidade, que partilhámos nestes momentos de contação muito especiais.

Muito obrigado pela vossa visita, até breve!

 
 
2018-09
 
“Maruxa” e “Vamos à caça do urso” foram as histórias contadas aos utentes da ARPICA em mais uma (re)visita à Biblioteca e ao seu imaginário, entre aquilo que se conta e daquilo que emerge das suas memórias, de um aqui e agora vindo do conto contado e de um passado muitas vezes já algo longínquo. O trabalho duro dos homens e das mulheres, no campo, nas tarefas domésticas, da inevitável visita à taberna à despega, no Calado, no Marreco...numa das mais de 40 tabernas que existiam em Alpiarça. Como elas sabiam se eles já vinham (ou não) “tocados” pelo simples andar ou pelo encostar da bicicleta à parede…E o namoro de antigamente, à janela, muito controlado, muito reprimido, humilhante até, “…e pra quê?? fazíamos tudo na mesma!”
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Uma vez mais, muito obrigado pela vossa visita, até breve!

 
2018-08
 
Desta feita foi a bela história do "Grão de milho" que acompanhou a contadora de histórias e os utentes da Fundação José Relvas e da ARPICA nas suas visitas à nossa Biblioteca.
“A mãe nunca o deixava sair sozinho de casa, porque tinha medo que as pessoas não o vissem e o pisassem. Mas Grão de Milho insistiu. Disse à mãe que iria a cantar:
Pachim, pachom, pachum,
Vejam lá pra onde estão a olhar.
Pachim, pachom, pachum,
Pró Grão de milho não pisar.
Assim, mesmo que não o vissem, ouviam-no e ninguém o pisaria”
E de facto resultou, ninguém o pisou…mas, certo dia, foi um boi que comeu o Grão de Milho!!
O ritmo destas andanças, do antigamente, quanto as crianças iam à loja fazer recados às mães e até ao campo levar o almoço aos pais, foram revividas com entusiasmo e nostalgia neste momento de contação. Contaram-nos depois as suas histórias, também pelos campos, no meio dos bois, das dificuldades dos tempos de outrora; tal como o Grão de Milho tiveram de ser fortes, terem iniciativa e saberem enfrentar os problemas.

E, uma vez mais, muito obrigado pela vossa visita, até breve!

 
2018-07
 
ARPICA
 
E o início de tarde não podia começar da melhor forma. 
Os utentes da ARPICA voltaram à Biblioteca Municipal! Num ambiente que se pretendeu de grande cumplicidade, foram-lhes contadas duas histórias que os envolveram de uma forma muito especial, particularmente no final, em que surgiu o convite para nos contarem os seus contos também! 
E a participação dos idosos foi bastante ativa e recheada de histórias que partilharam connosco, justificando assim o nome desta nossa atividade: “Conto-vos um conto, contem-nos um também”. 

Estamos gratos por nos visitarem e pelos momentos que nos oferecem sempre, muito obrigado!

 
Fundação José Relvas
 
Tarde fantástica de partilha de memórias e de vivências da infância e juventude, com os Utentes do Lar e Centro de Dia da Fundação José Relvas. Começámos por contar duas histórias: " As Fadas" e "O Gigante dos Morangos", que serviram de mote para se avivarem memórias, como uma viagem à infância de cada um de nós... 
Obrigado pela partilha emocionada e muito sentida. 
Até breve!!
2018-06
 
No início da tarde recebemos os utentes da ARPICA na Biblioteca Municipal. Depois de dadas as boas vindas e relembrármos a criança que todos temos dentro de nós, no momento seguinte "transportámo-nos" para esse tempo, oferecendo alegria e boa disposição aos presentes. 
Recordações dessa infância foram partilhadas entre nós e, por fim, terminámos em beleza com uma cantiga alusiva à personagem principal da nossa história “Mamã!”, o patinho Quá- Quá! 
 
2018-05
 
ARPICA
 
Esta tarde tivemos a visita de utentes da ARPICA.
Um bom momento de animação, não só da leitura, mas também. Ao ritmo da poesia do livro "A Locomotiva" exercitou-se a voz e também o físico.
 
Fundação José Relvas
 
Animação do livro e da leitura para os utentes das Instituições de apoio à terceira idade do nosso concelho. 
Esta tarde, com os utentes da Fundação José Relvas, do Lar e Centro de Dia

 
 
 
 
 
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